SURDEZ

A exposição prolongada ao excesso do ruído pode provocar sérios danos nas células do ouvido. O resultado pode ser a perda auditiva, comumente chamada surdez.
 
Pode estar relacionada também a questões genéticas, envelhecimento ou bloqueios físicos. Existem duas categorias de perda auditiva: neurossensorial e condutiva.
 
A perda auditiva condutiva pode ocorrer quando ocorre um bloqueio na transmissão do som. Isso pode acontecer quando a cera entope o conduto auditivo e impede o tímpano de vibrar. Outro momento pode ser quando há interrupção na transmissão de ondas sonoras para o cérebro, como ferimentos no tímpano.
Já na perda auditiva neurossensorial há falha do nervo auditivo. Portanto, mesmo com as vibrações sonoras atinjam o ouvido interno, elas não são enviadas como impulsos para o cérebro. Isso pode ocorrer por envelhecimento celular, infecções virais, efeitos colaterais por uso de medicamentos ou barulho exagerado.
Prevenção
 
Evite ambientes com ruído excessivo, especialmente por tempo prolongado.
Utilize sempre os acessórios de proteção auditiva que o seu trabalho oferecer para você. Não ache que é frescura desnecessária. A lei exige equipamentos de proteção, porque sabe dos riscos que o ruído oferece à audição das pessoas.
Evite ouvir música em volume muito alto, especialmente com fones de ouvido, que prejudica a sua audição a médio prazo.
Em casos de infecção de ouvido, procure um médico especializado e faça o tratamento indicado com seriedade. Infecções de ouvindo, especialmente de repetição, são riscos potenciais de perda auditiva sim. Automedicação então, nem pensar!
Se você perceber qualquer alteração na sua audição – por exemplo, notar que está precisando aumentar o volume mais do que o normal – procure um médico especialista. Pode ser que não seja nada grave (acúmulo de cera, por exemplo), mas pode ser que seja algo que requer intervenção. Quanto mais cedo, melhor.
Cuidado com objetos pontiagudos ou cotonetes na região da orelha. Esse tipo de objeto pode empurrar a cera para o tímpano ou até perfurar a membrana timpânica, o que pode afetar a sua audição.